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A maior empresa de edtech da Índia, Byju, é acusada de ameaçar crianças por assinaturas



A comissão federal de direitos da criança da Índia acusou a maior empresa de educação on-line do país, a Byju's, de assediar pais e filhos por meio de ligações não solicitadas, ameaças e forçá-los a se inscrever em seus cursos.


A Comissão Nacional para a Proteção dos Direitos da Criança disse que a empresa estava comprando bancos de dados de telefones de terceiros e ameaçando arruinar o futuro das crianças se elas não se matriculassem em seus cursos.


“Ficamos sabendo que Byju está comprando números de telefone de crianças e seus pais, seguindo-os rigorosamente e ameaçando-os de que seu futuro será arruinado”, disse o presidente do NCPCR, Priyank Kanoongo, à mídia local.


“Eles estão visando alunos de primeira geração”, disse ele. A comissão também convocou o presidente-executivo da Byju, Byju Raveendran, na sexta-feira, e pediu detalhes de todos os cursos que ela oferece para crianças, a estrutura desses cursos e os detalhes das taxas.


Kanoongo disse que a comissão tomou medidas depois que relatos de pais reclamando sobre reembolsos e taxas surgiram nas redes sociais.


A empresa de tecnologia educacional, avaliada em US$ 22 bilhões, negou a compra do banco de dados e as alegações da comissão.


“Declaramos categoricamente que nunca compramos nenhum banco de dados e esperamos que a mídia se abstenha de fazer uma alegação tão infundada e infundada”, disse a empresa em comunicado.

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