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Bloqueios de rodovias e iminência de reajuste de combustíveis geram filas em postos locais



Mesmo sem reajuste anunciado pela Petrobras, rumores de que a empresa estaria segurando aumento até o dia da eleição nacional (ontem, 30), associados à iminência da falta do produto devido à paralisação de caminhoneiros têm originado filas em todos os postos de Porto União e União da Vitória.


Até a semana passada, para o Sindicado Comércio Varejista Combustíveis Minerais de Florianópolis (Sindópolis), não havia como prever aumento de combustíveis, pois isso depende da ANP e Petrobras que se baseiam sempre por ato do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) disponibilizado quinzenalmente. Não obstante, a elevação dos preços e a fata do produto são temores do consumidor.

Em Santa Catarina, porém, houve, em 1º de julho deste ano, a redução da alíquota do etanol e da gasolina de 25% para 17% a partir de uma medida provisória que passou por aprovação da Assembleia Legislativa e aval do Confaz. No caso do diesel, o imposto estadual é 12%. A MP contemplou, ainda, a redução de ICMS da energia elétrica e telecomunicações, também para 17%.

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