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Câmeras e armadilhas fotográficas são instaladas para observar Preás-de-Moleques-do-Sul


Uma equipe composta por técnicos do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e pesquisadores do Instituto Tabuleiro instalaram, com apoio da Polícia Militar Ambiental (PMA), câmeras e armadilhas fotográficas com objetivo de acompanhar o número populacional, hábitos alimentares e comportamentos de Cavia intermedia (Preá-de-Moleques-do-Sul). A iniciativa também tem intuito de monitorar o desembarque ilegal na ilha, que caracteriza hoje uma das principais ameaças à conservação da espécie.


A Ilha Moleques do Sul situada em zona intangível do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, é lar da espécie Cavia intermedia, popularmente chamada de Preá-de-Moleques-do-Sul. Esta espécie é encontrada somente lá, com a estimativa populacional de 50 indivíduos, tornando-os extremamente vulneráveis à extinção.

O arquipélago de Moleques do Sul é fiscalizado pelo IMA, Marinha e Polícia Ambiental. Caso presencie o desembarque nas ilhas, entre em contato com a polícia ambiental.


O Instituto Tabuleiro iniciou a elaboração de um Plano de Ação Estadual (PAE), em 2018, para a conservação do Preá-de-Moleques-do-Sul. A entidade é uma Organização Não-Governamental formada por pesquisadores que atuam há décadas no território do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. A ação está sendo realizada em parceria com o Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) e conta com patrocínio da Fundação O Boticário para Conservação da Natureza.


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