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Com mais de 16 mil páginas, denúncia do MPSC é acatada: Beto Passos e Renato Pike agora são réus



Adelmo Alberti, Beto Passos, Joziel e Maria Dembinski, Amanda Suchara, Nilson Cochask, Vilson Stelzner e Gustavo Rocha estão entre os indiciados (Reprodução JMais)


O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) aceitou as duas denúncias feitas até agora pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) que justificam as prisões de 14 pessoas na sétima fase da Operação Et Pater Filium desencadeada em 29 de março.

Uma das denúncias se refere a suposto crime envolvendo a contratação de caminhões e maquinário para a Secretaria de Obras de Canoinhas. Já a segunda denúncia se refere a supostas fraudes no transporte escolar.

Portanto, os 14 acusados são indiciados e passam a ser considerados réus nos processos. As defesa foram notificadas na semana passada a apresentarem suas alegações no prazo de 15 dias. As informações são do JMais.

Além dos réus já presos – Adelmo Alberti, Gilberto dos Passos, Nilson Antonio de Oliveira Cochask, Amanda Suchara e Joziel Dembinski – foram indiciados Maria Vengue Dembinski (esposa de Joziel Dembinski), Vilson Stelzner (vereador de Bela Vista do Toldo preso na quarta fase da operação), Gustavo de Lima Rocha (empresário preso no dia 29 de março, mas solto três dias depois), além de Elenice Mara Koch de Lima e João Pereira de Lima Sobrinho, que não chegaram a ser presos.


Com mais de 16 mil páginas, a denúncia inclui anexos com documentos, áudios e vídeos que descrevem como o MPSC chegou aos pedidos de prisão e busca e apreensão que configuraram a mais rumorosa fase da operação. Em relação ao transporte escolar, pelo documento que embasou as prisões é possível saber que Renato Pike, Rodrigo e Wilson Dams (filho e pai) foram indiciados por serem apontados como os líderes da suposta organização criminosa que teria sido montada para fraudar licitações e tirar proveito financeiro dessa atitude.

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