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EUA: família negra processa Sesame Place, alegando discriminação



Uma família de Baltimore está processando um parque de diversões com tema da Vila Sésamo em US$ 25 milhões por alegações de discriminação racial, alegando que vários personagens fantasiados ignoraram uma menina negra de 5 anos durante um evento no mês passado.


O processo vem na sequência de um vídeo, amplamente compartilhado nas redes sociais, mostrando duas outras garotas negras aparentemente sendo esnobadas por um funcionário fantasiado durante um desfile no parque em Langhorne, nos arredores da Filadélfia. A Sesame Place pediu desculpas em um comunicado e prometeu mais treinamento para seus funcionários depois que o vídeo se tornou viral no início deste mês.


O processo, que busca o status de ação coletiva, foi aberto em um tribunal federal na Filadélfia contra o SeaWorld Parks, proprietário do Sesame Place, por “discriminação racial generalizada e terrível”.


O processo alega que quatro funcionários vestidos como personagens da Vila Sésamo ignoraram Quinton Burns, sua filha Kennedi Burns e outros convidados negros durante o encontro em 18 de junho.


Durante uma coletiva de imprensa realizada na quarta-feira, um dos advogados da família, Malcolm Ruff, pediu transparência do SeaWorld e que a empresa compensasse a família Burns. O processo foi aberto no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Leste da Pensilvânia.

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