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Eventos da posse têm casos de roubos de celulares; repórter assaltado e menor número de expectadores



O esquema de segurança montado para a posse de Luiz Inácio Lula da Silva deixou a desejar na revista da multidão que compareceu à Esplanada dos Ministérios. Entre a Rodoviária do Planalto, bem na região central de Brasília, e a área do palco onde artistas se apresentam ao longo do dia, no início da tarde praticamente não bloqueios rigorosos.


Era possível fazer o trajeto sem passar por detectores de metal. No caminho, havia apenas um cordão de seguranças privados que não realizavam qualquer tipo de revistas. Pessoas portando mochilas poderiam passar tranquilamente.


O rigor na segurança era maior só mais adiante, na área mais próxima ao Palácio do Planalto, para a qual foi estipulado um limite de acesso de público – 40 mil pessoas.


Na aglomeração da área de shows, houve roubo de celulares, inclusive de um repórter enquanto trabalhava. Também por ali, foram muitos os casos de militantes que precisaram ser atendidos pelo Corpo de Bombeiros com algum tipo de mal-estar. Até as 16 horas, a corporação registrou 94 atendimentos.


A abertura do Festival do Futuro (foto) reuniu 20 mil pessoas na noite deste domingo (1º) em frente aos palcos principais, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O número é menor do que as 300 mil que eram aguardadas.



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