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O UFO e a sombra de um alienígena em General Carneiro (PR)

Atualizado: 29 de jan.



Da redação A2


Em agosto de 1999, o relato de um ex-vereador de General Carneiro (PR) chamou a atenção a ponto de virar notícia na imprensa regional: ele havia avistado um UFO pousar em sua propriedade.

A ocorrência teria sido em maio do mesmo ano, no sítio de Ernesto Eleotério Maciel (falecido em 2017), na localidade de Santa Lídia, a 20 km da área central. “Teria” porque, como todo caso de OVNI, há incredulidade. Há quem acredite, quem não acredite e quem só acredite vendo. Maciel jurava ter acreditado, pois.

À reportagem, Maciel afirmou ter vivido uma experiência assustadora juntamente com seu filho Cristiano, à época com 12 anos, e outras duas crianças. Segundo o relato, ele chegou à sua chácara para cuidar de uns trabalhos corriqueiros e da sua criação. Trabalhou normalmente durante o dia e todos foram dormir cedo. Por volta das 02h30 ele foi acordado por um estranho e forte zumbido.

Abriu a janela de seu quarto e viu todo o local intensamente iluminado, como se fosse dia. “Inicialmente achei que a casa estivesse em chamas e acordei as crianças que saíram comigo para fora”, relatou o ex-vereador ao jornalista.

Foi nesse momento que ele disse ter observado o inusitado objeto. O OVNI realizou algumas manobras, passando entre dois fios da rede de energia elétrica, até desaparecer na escuridão da noite. “Durou apenas uns 15 segundos. Mas pude ver ainda três seres de mais ou menos 1,80 m de altura. Estavam em pé no topo do disco voador, usando roupas brancas e bonés pretos,” afirmou. Na reprodução ao lado, a foto de Maciel à frente da casa, no pátio onde tudo teria ocorrido.

Depois, segundo o agricultor, o objeto voou em direção a União da Vitória, apagando “os dois grandes faróis que iluminavam o local” e liberando um tipo de fumaça branca. Em seguida e com receio, ele e as crianças voltaram a dormir. No dia seguinte, procurando por uma explicação, comentou com um vizinho sobre o acontecido, mas estranhamente este não quis falar a respeito do assunto.


“Meu filho, que sempre me acompanha nos trabalhos do sítio, está assustado com o que viu e as outras crianças estão do mesmo jeito. Uma delas nem vem mais aqui com medo de que o disco voador volte a aparecer”, disse à época.

Outros moradores da região, no entanto, não acreditaram no depoimento de Maciel, apesar de que ele era bastante conhecido no município, desfrutava de grande credibilidade, coisa que foi sentida novamente quando o jornalista Marcelo Storck gravou reportagem sobre esta história para seu programa de TV, em 2008. Já as pessoas que confiavam em seu relato o defendiam, completando que três crianças presenciaram o avistamento e que suas atitudes somente comprovavam a veracidade do fato.

Relatos sobre avistamentos não são raros e vêm de tempo. Esta fotografia é de 1950, obtida por Paul Trent em McMinnville - Oregon, EUA.

A sombra do alienígena Este não é o único relato sobre OVNI que surgiu de General Carneiro. Justamente esta reportagem da família Maciel fez emergir, anos mais tarde, uma situação em que a fonte disse que jamais assumiria o relato.

Mas relatou. Empresário, professor e participante do movimento escoteiro em União da Vitória, o homem revelou que entendia o temor vivido pela família Ernesto Eleotério Maciel. “Não só acredito como eu mesmo vi algo semelhante em nossa chácara em General Carneiro. Mas não posso assumir isso publicamente, pois não vou virar chacota da sociedade”, disse.

Segundo o depoente, a ocorrência com ele foi em outra data, já nos anos 2000. “Eu estava sozinho na casa da chácara. De repente, tudo ficou muito iluminado. Ouvi um zumbido e a sensação de que algo pousava do lado de fora do imóvel. Paralisei, pois não compreendia, não sabia do que se tratava. Era muito diferente e assustador. Então, outros barulhos começaram na varanda que contorna praticamente toda a casa. Eram como se fossem passos e o som de alguns objetos sendo empurrados.


Foi então que aquela sombra horripilante apareceu nas janelas, projetada por aquela luz imensa. Era uma sombra grande que preenchia todo espaço da parede. Passou de uma janela para outra. Eu pude acompanhar tudo. Testou abrir portas e janelas, mas sem violência. Depois voltou, silenciou e logo aquela luz sumiu. Não passo disso. Jamais assumirei esse relato pois as consequências são óbvias e não vou virar motivo de piada sobre o que eu havia fumado ou bebido. Mesmo porque, não fumo e nem bebo”, finalizou.

E você? O que acha? Acredita ou não?

Tem um relato para nos passar? Envie no a2@a2.jor.br

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