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Thiago Ramos Pereira

Uma história de muita energia!



Thiago Ramos Pereira nasceu em 20 de novembro de 1980, em Canoinhas (SC). Logo, mostrou que seria enérgico em ultrapassar morros em busca de sua colocação.

Tanto que, numa decisão familiar, em 1986 passou a morar em Porto União justamente para cursar o colégio São José e se preparar para alçar outros voos. Ficou na "Cidade Amiga" até o final de 1996, quando concluiu a 2ª série do 2º grau. Dali da escola - e dos amigos que fez – são preservadas as maiores lembranças do período em que aqui viveu.

“As melhores memórias vêm mesmo dos amigos do São José. Lembro muito de todos, com especial carinho, afinal estudei desde pequeno com a maioria deles. E, lógico, lembro muito das nossas baladas nos clubes Aliança e Concórdia. E algo que lembro com muitas saudades que são os bailes de salão no Carnaval”, destaca.

Apesar de ser fiel no colégio São José, foi a banda da escola vizinha que também lhe marcou a juventude. “Ter tomado parte da Banda Marcial Santos Anjos foi tão especial que mesmo depois de ter deixado Porto União para estudar o terceirão fora, permaneci presente no grupo enquanto pude. Tanto que os ensaios e as apresentações também são algo que não saem de minhas melhores lembranças”, observa.


Justamente foi o sonho de se tornar engenheiro que o levou “Pra lá dos Morros”. Na época, em 1997, não havia o curso disponível nas faculdades locais. E alcançar uma vaga na Universidade Federal do Paraná era a meta. “Então eu precisava me ambientar com a capital e decidi pela mudança de endereço e pelo foco”, pontua.


Na capital, a vida de estudante que ensina dentro e fora da faculdade

Thiago não apenas conquistou uma vaga no curso de engenharia elétrica como praticamente virou um curitibano. Foram 10 anos na capital paranaense que inclui a formação e os primeiros passos na área.



Agora a memória são dos amigos da UFPR

Até que em 2008 apareceu um convite profissional e a mudança para a maior cidade do país foi inevitável. Novos morros transpostos, Thiago está há 16 anos muito bem-sucedido em São Paulo. Atualmente é diretor de qualidade e segurança numa empresa internacional de matriz indiana.

E não só profissionalmente. A corrente elétrica do amor lhe apanhou em paralelo e o casamento Alessandra Paula da Silva Pereira resultou em luz: a pequena Isabela Silva Pereira, hoje com 8 anos, é a comprovação científica de que os passos foram dados de modos firmes e certeiros.

Aí restou ao A2 a pergunta bordão de fechamento desta coluna: voltaria para cá?

“Nossa, que pergunta difícil de responder! Mas se fosse por gosto, com certeza voltaria. Mas duas razões me impedem de alimentar isso. A primeira é pelo óbvio do profissional, pois aí nas Gêmeas do Iguaçu não há campo para a área em que desenvolvi minha carreira. A segunda, e não menos importante, é porque não fui apenas eu que deixei Porto União, mas toda minha família. Então eu continuaria distante, da mesma forma.”, conclui.


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A seção "Pra lá dos Morros" é semanal. Conhece alguém que gostaria de ter a história de vida fora das Gêmeas do Iguaçu aqui publicada? Entre em contato com a gente pelos endereços do rodapé. O resto é com a gente!



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