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Retirada de separatistas faz tensão aumentar na fronteira entre Ucrânia e Rússia



Uma partida maciça e centralizada da população para a Federação Russa nesta sexta-feira (18) foi organizada por separatistas que anunciaram súbita retirada surpresa do leste da Ucrânia.


Os rebeldes de Donetsk estão em guerra com a Ucrânia desde 2014. Hoje, eles acusaram o governo da Ucrânia de preparar uma invasão, depois que os confrontos aumentaram.

Mulheres, crianças e idosos devem ser evacuados", declarou Denis Pushilin, um dos líderes dos rebeldes, em um vídeo em sua conta no Telegram. Trata-se de uma reviravolta chocante em um conflito que o Ocidente acredita que Moscou planeja usar para justificar uma grande invasão de sua vizinha.


Sirenes de alerta soaram em Donetsk depois que ela e a outra autoproclamada "República Popular", Luhansk, anunciaram a retirada de centenas de milhares de pessoas para a Rússia, com mulheres, crianças e idosos indo primeiro.Denis Pushilin, líder separatista em Donetsk, acusou a Ucrânia de se preparar para atacar as duas regiões em breve.


Horas após o anúncio da retirada, um jipe explodiu do lado de fora de um prédio do governo rebelde na cidade de Donetsk, capital da região de mesmo nome.


O anúncio da retirada veio depois que a zona de conflito do leste da Ucrânia viu o que algumas fontes descreveram como o mais intenso bombardeio de artilharia em anos na sexta-feira, com o governo de Kiev e os separatistas se acusando mutuamente.


Países ocidentais têm afirmado acreditar que o bombardeio, que começou na quinta-feira e se intensificou em seu segundo dia, é parte de um pretexto criado pela Rússia para justificar uma invasão.


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