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Sábado de carnaval teve desfile de violência em União da Vitória e região

Em União da Vitória, quatro penetras mascarados invadem festa de aniversário e agridem frequentadores

Dá até a sensação de que os boletins de ocorrência deste domingo (27) são uma espécie de planilha de evento único devido à reincidência de ocorrências de mesma espécie: a agressão. Mas foi esse “bloco da pancadaria” que deu trabalho à PMPR do 27º BPM de União da Vitória, com quatro ocorrências sequenciais em destaque.

Às 19h, no bairro Rio D’Areia, dois homens e uma mulher entraram em luta corporal. Na chegada da polícia, um dos homens e a mulher já haviam seguido para pronto-atendimento. O denunciado como sendo autor das lesões estaria em um estabelecimento próximo. A PM o localizou e percebeu que ele também estava machucado. Foi encaminhado até o UPA para cuidados médicos. As partes relataram que farão a representação posteriormente.

Às 22h40, no bairro São Sebastião, houve registro de uma situação de violência doméstica. No local, a equipe foi abordada por um homem que relatou que sua cliente estava sendo agredida por seu convivente. O agressor foi localizado. A mulher informou à equipe que teve uma discussão com seu marido e que ele lhe agrediu. As partes foram encaminhadas até a delegacia para as providências cabíveis.

Às 00h10 deste domingo, no bairro São Gabriel, equipe foi acionada para verificar outra situação de vias de fato. No local, a solicitante relatou que estavam fazendo uma festa de aniversário em sua residência e que quatro indivíduos mascarados entraram sem serem convidados. Esses homens começaram a agredir os convidados, deixando alguns participantes lesionados e, depois, tomaram rumo ignorado. A equipe realizou patrulhamento, porém não localizou os suspeitos.


Logo em seguida, às 00h25, no bairro São Braz outra equipe foi acionada devido à uma denúncia de rixa em via pública com disparos de arma de fogo. No local, os policiais ouviram de uma mulher que seu filho se envolveu em vias de fato com outro familiar e que, depois, ambos deixaram o local. Quanto aos disparos, a mulher relatou não ter ouvido. Neste período, também houve registros de agressões em Bituruna, General Carneiro e Cruz Machado.



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