Buscar

UE aprova embargo parcial de petróleo à Rússia



Os estados membros da UE chegaram a um acordo que imporá um embargo parcial à compra de petróleo russo, desconectará o Sberbank da Rússia do sistema internacional de pagamentos SWIFT e proibirá mais três emissoras estatais russas.


O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, anunciou isso no Twitter na madrugada de terça-feira, 31 de maio, informa o Ukrinform.


"Isso cobre imediatamente mais de 2/3 das importações de petróleo da Rússia, cortando uma enorme fonte de financiamento para sua máquina de guerra. Pressão máxima sobre a Rússia para acabar com a guerra", disse o diplomata.


Além disso, o pacote de sanções acordado inclui a desconexão do Sberbank da Rússia do sistema internacional de pagamentos SWIFT, a proibição de três outras emissoras estatais russas e a punição dos responsáveis ​​por crimes de guerra na Ucrânia.


A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, saudou a decisão sobre as sanções petrolíferas contra a Rússia.


"Isso reduzirá efetivamente cerca de 90% das importações de petróleo da Rússia para a UE até o final do ano", disse ela.


A cúpula do Conselho Europeu, que discutiu o sexto pacote de sanções, ainda está em andamento. Os diplomatas ainda precisam concordar com os detalhes técnicos da decisão antes que as sanções sejam formalmente adotadas por todos os 27 estados membros.


Segundo a Bloomberg, a Hungria, que vinha bloqueando a decisão do embargo de energia, recebeu garantias dos líderes da UE de que poderá obter uma substituição se cortar as exportações de petróleo por meio de oleodutos.


Como o Ukrinform informou anteriormente, na segunda-feira os chefes de Estado e de governo da UE se reuniram em Bruxelas para uma reunião especial do Conselho Europeu sobre a situação relacionada à agressão militar da Rússia contra a Ucrânia e a resposta às consequências globais da guerra para a energia europeia e global e comida segura.


Desde a invasão em grande escala da Rússia pela Rússia, os Estados Unidos, Grã-Bretanha, UE, Japão e outras potências impuseram e continuam a impor sanções à Rússia.


1/6